Elementos de hardware, software, óticos e fotográficos que contribuem substancialmente para a qualidade da imagem digital

formatimagensUma dúvida ou curiosidade que paira na mente de muitos usuários de câmeras digitais e outros dispositivos móveis dotados de câmeras fotográficas, filmadoras ou webcams é sobre o que de fato determina a qualidade da imagem digital, elementos de hardware ou de software? Elementos digitais ou óticos? Variáveis fotográficas ou qualidade da luz? Iremos, na medida do possível, responder a estas perguntas, e assim esclarecer aos leitores deste Blog a respeito deste assunto, que desperta muito interesse entre usuários e aficionados de tecnologia.

Para início de conversa, todos os grupos de fatores relacionados acima, de alguma maneira, podem influenciar na qualidade da imagem digital, mas de modo geral, dentre os fatores que mais podem afetar a qualidade da imagem digital estão principalmente o sensor (que corresponde ao filme da câmera analógica); o avanço tecnológico dos processos empregados na produção da lente, tornando-a altamente competente para capturar imagens; a qualidade da luz utilizada na imagem, além do talento e habilidade do fotógrafo, é claro, seja ele profissional ou apenas um curioso usuário de tecnologia.

Muitos recursos fotográficos encontrados em câmeras digitais e, principalmente, em câmeras de smartphones, também colaboram sobremaneira para que o usuário, mormente o amador, obtenha imagens de qualidade. O efeito HDR e o detector de sorriso são exemplos deles, além de muitos outros recursos que já nos são muito familiares; como também existem fatores mais específicos, que estão intimamente relacionados à imagem em si, como a resolução, a nitidez, o ruído, as cores e suas tonalidades, além de elementos óticos e fotográficos, como a lente, o diafragma, o obturador, a sensibilidade ISO, a latitude de exposição e a fotometria, entre outros.

Os recursos de hardware e software também influenciam na qualidade na qualidade da imagem digital. Na parte de hardware destaca-se o sensor e suas características. Na parte de software, problemas na qualidade relacionados com o uso deles, constituindo os artifacts, mas eles também podem ser utilizados para corrigir imagens de mediana qualidade.

Elementos de hardware

sensor digitalCom relação ao hardware, o sensor é um dos componentes mais fundamentais, pois é nele que se forma a imagem, é como se fosse um ‘filme digital’. Dentre os fatores relacionados ao sensor que influenciam na qualidade da imagem, está, em primeiro lugar, o tamanho do sensor; quanto maior o sensor, maior será a qualidade de imagem e isto independe de sua quantidade nominal de megapixels, e maior será também a nitidez da imagem final. Por exemplo, quando se compara imagens produzidas com câmeras de mesma resolução nominal, é possível constatar diferenças de qualidade entre elas, devido ao tamanho do sensor, consequentemente, o sensor de câmera que tiver o tamanho de um quadro de filme analógico (36 mm) é o que pode proporcionar maior qualidade, sendo, portanto, o melhor sensor; estes sensores são chamados full frames (quadro cheia/tela cheia).

Outros dois fatores relacionados à natureza física do sensor que influencia na qualidade da imagem digital é a eliminação do efeito moiré, pela utilização do filtro low-pass nas câmeras de matriz de Bayer, como também o nível de ruído. O sensor de matriz de Bayer com filtro low-pass foi desenvolvido pelo engenheiro da Kodak, Bryce Bayer. O filtro low-pass tem a função de uniformizar a luz sobre o sensor, de modo a evitar ‘serrilhados’ ou ‘escadinhas’ na imagem, embora ao custo de uma pequena perda de nitidez, para que a imagem se torne agradável. O efeito Moiré tem sua denominação originada da imagem formada pela sobreposição de tecidos de seda Moiré e se forma, no sensor, pela interferência de padrões – contínuos – de uma imagem qualquer sobre o padrão – discreto – do sensor, o qual é formado por uma matriz descontínua de pontos fotossensíveis (pixels), desta sobreposição, semelhante à sobreposição de seda Moiré, forma-se o efeito Moiré.

O ruído sempre ocorre em aparelhos eletrônicos que transmitem ou recebem sinais e as câmeras digitais não fogem à regra. O ruído das câmeras digitais corresponde, nas câmeras analógicas, à granulação formada pelos sais de prata. O ruído também pode resultar de interferências de fatores externos, além de fatores internos devidos à recepção de sinais elétricos pelo sensor. O ruído é uma perda de imagem real devido intervenções que fazem com que o pixel, unidade básica de imagem fotográfica, registre algo que não correspondente à realidade do objeto fotografado.

Em fotografia digital, o ruído se caracteriza por meio de manchas aleatórias que comprometem bastante a qualidade da imagem e sua quantidade aumenta quanto maior for a sensibilidade ISO utilizada (da qual falaremos adiante), como também varia muito de câmera para câmera, sendo sua ocorrência muito maior em câmeras populares ou compactas do que em câmeras profissionais com elevada qualidade, as quais tendem a produzir uma quantidade muito menor ruído. A sensibilidade ISO de uma câmera digital é aumentada através da amplificação de sinal do sensor, o que implica necessariamente na produção de ruído.

ruido imagem digitalO ruído pode variar também dentro de uma mesma imagem, sendo que sua ocorrência é maior em áreas escuras do que em setores claros, e, portanto, são menos intensos em tonalidades claras, o que implica dizer que, uma imagem obtida em condições de superexposição tem menos ruído, o que pode ser vantajoso, caso se pense em escurecê-las posteriormente, de modo que nenhuma região de textura fique inteiramente branca. Para eliminação do ruído, pode-se utilizar métodos de pós-captura de imagem através de softwares, como também por meio de processos físicos mediante aperfeiçoamento e maximização de desempenho do sensor ou do amplificador de sinal.

O ruído, se ocorrer em pequenas proporções, pode até concorrer para elevar o nível de qualidade da imagem digital, já que, eventualmente, pode aparentar melhor nitidez, mas em geral, ele é normalmente prejudicial para a qualidade final da imagem.

A resolução e nitidez estão intimamente relacionadas. A resolução depende diretamente do tamanho do sensor, do qual, por sua vez, depende a definição do número de pixels que serão utilizados para a composição do tamanho da imagem. A resolução é responsável pela fixação de texturas e pormenores, pela separação de linhas e definição de elementos. A nitidez da imagem é dependente da qualidade de resolução, quanto maior a resolução, maior será também a nitidez da imagem. De modo geral, a qualidade de resolução da imagem não dá para ser percebida através das telas que as câmeras digitais e outros dispositivos móveis utilizam, por mais elevada que ela seja. Para que você perceba a qualidade da imagem, será necessário imprimi-la, e então, sim, será possível perceber diferenças de qualidade de uma imagem para outra, se houver.

A resolução pode ser real ou efetiva. A resolução é real quando a imagem corresponde exatamente ao objeto fotografado. A resolução efetiva é aquela representada pela capacidade máxima da câmera digital, mas que pode estar sujeita a interferências de ruídos e outros fatores internos ou externos à câmera. Em caso de ausência de ruído, o que geralmente não ocorre, a resolução real será igual à resolução efetiva. Sempre haverá certo grau de ruído, qualquer que seja o tempo de exposição (ruído aleatório), especialmente nas exposições longas (ruído aleatório), além de que, pode ser provocado pela própria câmera (ruído de banda), especialmente as mais populares, como as compactas.

Com relação à quantidade de pixels quanto maior seu dimensionamento, maior será o tamanho da imagem e maior será também a qualidade da imagem, o que significa dizer que uma imagem de grande tamanho, quando reduzida, por exemplo, ao padrão (10×15) terá maior densidade de cores e tonalidades por unidade de área e isto porque os pixels/dots estarão mais próximos uns dos outros, portanto, apresentará maior qualidade que uma imagem originalmente dimensionada no referido padrão de área, a qual não possui possibilidades de ampliação sem perda de qualidade.

E por falar no tamanho 10×15 cm, se você tiver a ideia de produzir imagens digitais em papel fotográfico neste tamanho e não sabe qual é a resolução mínima que uma câmera precisa ter para isto, então lhe diremos que, para isto, você precisará definir, de antemão, a qualidade de impressão fotográfica desejada, por exemplo, 300 DPI (Dot Per Inch/Pontos Por Polegada ou Pixels por Polegada), e realizando um cálculo muito simples, você chegará a uma câmera cuja resolução é de 2.1 MP. O cálculo é feito da seguinte maneira: transforme 10×15 cm em polegadas, você verificará que 10×15 cm equivalem a 4×6 polegadas. Como você quer em resolução de 300 DPI, multiplique cada uma das dimensões, altura (4) e comprimento (6) por 300 e você terá 4 x 300 x 6 x 300 = 1.200 x 1.800 = 2.160.000 pixels = 2.1 MP. É muito simples mesmo.

E generalizando para outros possíveis casos, se você desejar imprimir suas fotos em outro formato de papel, como por exemplo, A4 e quer saber qual a resolução mínima para sua câmera, que possivelmente pretenda adquirir, siga o mesmo procedimento anterior, que podemos sintetizar nos seguintes passos:

(1) Converta as dimensões do papel em polegadas;
(2) Multiplique cada uma das dimensões do formato de papel pela qua ntidade de pixels que desejar, em dpi ou ppi;
(3) Obtenha, por multiplicação, um único número para expressar a quantidade de pixels;
(4) Converta esse número para megapixels.

E agora voltando ao assunto da resolução das câmeras, as de 3 MP são muito apropriadas quando não se pretende ampliar a imagem, já que, neste caso, uma ampliação buscando dar ênfase ao objeto focal fará com que a imagem perca nitidez. A partir desta quantidade, as câmeras capturam mais detalhes por unidade de área, e ainda que possam ser influenciadas por alguns fatores, como a luminosidade do ambiente e uso adequado do ISO, já aludido acima e a respeito do qual, reiteramos, falaremos mais adiante, mesmo assim, não será preciso tanto se preocupar com o zoom e a aproximação do objeto.

Variáveis óticas e digitais

lente camera dgtA qualidade e tecnologia empregada na produção da lente é outro fator determinante para a obtenção de imagens de ótima qualidade, todavia, como era de se esperar, câmeras digitais ou outros dispositivos móveis dotados de lentes de elevada qualidade possuem preços mais elevados. Um parâmetro importante que devemos levar em consideração na hora de escolher a lente de uma câmera digital é a abertura focal máxima do diafragma, normalmente representada por um f minúsculo, Quanto menor o valor da abertura focal, maior será a capacidade de sensibilização da lente pela luz, e isto favorece a obtenção de imagens de maior qualidade em ambientes com pouca luz.

Um cuidado que se deve ter na utilização da abertura focal é com relação à distância focal, pois normalmente as câmeras utilizadas por amadores, que, apesar de possuírem foco fixo automático, também podem ser manuseadas por meio de dois modos de focalização; o primeiro, para objetos próximos da lente, cuja distância é definida em 10 ou 20 cm; o segundo, obviamente para objetos distantes, a distância considerada é a partir de 10 ou 20 cm em diante. É importante ajustar a abertura focal de maneira que objetos próximos sejam fotografados em modo focal de proximidade e objetos distantes, como paisagens, sejam fotografados em modo distante, para que se tenha, assim, bons resultados fotográficos na imagem.

Para ambientes fechados e com pouca luz, como ginásios de esporte e teatros, é recomendada a utilização de lentes claras de elevada abertura focal, para que se torne possível a obtenção de imagens, embora seja inevitável a perda de profundidade de campo e, consequentemente, de qualidade de imagem.

Em termos de tecnologia de lente, a Sony é uma empresa de larga experiência, a qual vem desde a era pré-digital, e não somente lentes, como também sensores e processadores de imagem. Dentre estas tecnologias destacam-se as ‘Lentes Cônicas Minolta’, desenvolvidas para câmeras digitais SLR e Cyber-shot; as ‘Lentes G’, que são lentes esféricas de alto desempenho, proporcionam uma extraordinária qualidade de imagem, em função de sua elevada fidelidade; como também as ‘Lentes Zeiss’, reconhecidas internacionalmente pela sua qualidade ótica, são algumas das lentes de elevada qualidade desta companhia, além dos sensores CMOS ‘Exmor R’ e sensores CCD ‘Super HAD’.

O zoom é importante quando se quer obter imagens mais aproximadas e, neste sentido, o zoom ótico proporciona maior qualidade que o zoom digital, já que este não passa de um expediente de ampliação disponível por meio de recursos de software. Caso seu dispositivo não disponha de zoom ótico, você pode recorrer a programas gráficos, os quais produzem melhor resultado que o zoom digital, porque contam com mais recursos e opções para aproximação ou ampliação, como por exemplo, dispõem do zoom bicúbico, que oferece melhor qualidade. Para ampliar sua imagem sem perda de qualidade, você pode utilizar o Photoshop ou mesmo o GIMP, que é gratuito, no primeiro selecione o ‘Suavizador Bicúbico’ e, no segundo selecione ‘Bicúbico’ e aumente a imagem gradativamente de 10% em 10% e clicando sempre em OK, evidentemente.

imagem tremidaO estabilizador de imagem também influencia na qualidade da imagem digital e, assim como o zoom, pode ser de natureza ótica (lentes) ou digital. Em câmeras compactas, o estabilizador de imagem é constituído por micromotores que movimentam o sensor de um lado para outro com o objetivo de compensar o tremido das mãos do usuário. Ele é particularmente importante para quem quer fotografar objetos a longa distância focal, nas quais os tremidos são incrementados.

O estabilizador de imagem atua no sentido de compor, separar e mesclar várias imagens para formar a imagem final com o objetivo primordial de remover tremidos na fotografia. Entre um estabilizador ótico e um digital, prefira o estabilizador ótico, pois proporciona maior qualidade, enquanto que o estabilizador digital pode ser resultado de um acréscimo do nível de ISO do sensor e isto apenas admite velocidades mais rápidas. Para evitar tremidos na imagem, você pode utilizar, também, um tripé para apoiar a câmera, embora nem sempre seja possível utilizá-lo.

O diafragma é parte constituinte da lente e funciona como uma espécie de cortina, de modo a permitir ou não a entrada de luz para o interior da câmera. Ele tem a função de admitir determinada quantidade de luz necessária para a composição das imagens. Para obter-se uma imagem de qualidade, também é preciso usar corretamente os parâmetros relacionados com a já referida abertura ou fechamento do diafragma (f). Isto é particularmente importante quando se quer produzir imagens de paisagens, já que a abertura do diafragma determinará o alcance da lente (profundidade de campo), permitindo fotografar objetos distantes. Como regra geral, utilize aberturas do diafragma menores para objetos distantes e aberturas maiores para objetos próximos.

Um problema que deve ser evitado no manuseio do diafragma são os causados pela difração (desvios de raios luminosos), que ocorrem quando a abertura do diafragma está particularmente muito reduzida. Esses raios, que sofrem desvio, vão parar de forma desordenada no sensor, causando perda de qualidade da imagem que, embora ganhe em profundidade de campo, perde em nitidez. Para solucionar este problema, opte pelos valores centrais da escala de f, descarte os dois últimos menores valores, como também os dois últimos maiores valores da escala de f. Procedendo desta maneira, você garantirá a obtenção de imagens de qualidade, pelo menos no que se refere ao manuseio do diafragma.

O obturador tem como função controlar a velocidade de entrada da luz que vai incidir sobre o sensor, ficando aberto por mais tempo em ambientes noturnos ou com pouca luz, para aproveitar, o máximo possível, a luz escassa existente; em ambientes com suficiência de luz, apresenta maior velocidade de fechamento, ficando aberto por pouco ou muito pouco tempo. Em fotos noturnas, em ambientes com pouca luz ou imagens em movimento é muito importante evitar os tremidos, pois o obturador, aberto por mais tempo, permitirá a visualização de imagens sobrepostas, reduzindo, assim, a qualidade da imagem, muito embora, em alguns casos, estes tremidos possam ser usados para formar determinados efeitos desejados em imagens em movimentos, como a de carros, nas quais os tremidos possam parecer agradáveis. Para conseguir este efeito para imagens em movimento, basta aumentar a latitude (EV) de sua câmera e isto fará com que o obturador permaneça aberto por mais tempo. Com um pouco de prática você conseguira isto.

Em sentido oposto, se você desejar congelar momentos de uma cena em movimento, então, para isto, use a velocidade máxima do obturador, que assim você evitará imagens borradas causadas pelo objeto em movimento, sendo que essa velocidade corresponde ao intervalo de tempo em que o obturador permanecerá aberto na frente do sensor, de modo a permitir a captura de luz em quantidade necessária para a formação da imagem no sensor.

Entretanto, é bom lembrar que, para obter imagens congeladas de cenas em movimento a velocidade do obturador é da ordem de milésimos de segundos. Não se esqueça de checar esse dado na ocasião de uma possível compra de uma câmera digital, para não adquirir um dispositivo inadequado. Alternativamente, você pode também utilizar uma filmadora, obter o vídeo e, através de aplicativos, congelar e capturar momentos do evento na forma de imagens. Um aplicativo que você poderá utilizar para essa finalidade é o ‘Free Video JPG Converter’, com tamanho de 20 MB e disponível para o Windows XP, Vista, 7 e 8. Lembre-se que a tecla Print screen do Widows nem sempre funciona, por isso é melhor utilizar um aplicativo para esse fim.

sensibilidade isoA sensibilidade ISO é outra variável que influencia diretamente na qualidade da imagem e seus valores são determinados pela International Organization for Standardization e se referem à quantidade ideal de luz para produzir uma fotografia de qualidade. Quanto maior este valor, maior será a claridade, brilho e definição de cores na imagem, requisitando menor quantidade de luz no ambiente, portanto valores maiores de ISO devem ser usados em ambientes com pouca luz e maiores ainda em imagens noturnas. A qualidade da imagem também depende da utilização correta da sensibilidade ISO.

O uso do ISO pode ser combinado com o uso da latitude de exposição (EV) da câmera e, consequentemente, de um tempo mais prolongado na abertura do obturador. Em câmeras digitais populares, o ISO é definido em modo automático; em outras, valores de ISO podem ser definidos pelo usuário, como 100, 200, 400 ou 800, por exemplo. Neste caso, assuma que o menor valor possível é recomendado para dias ensolarados ou ambientes com muita luz, para dias nublados ou ambientes com pouca luz, utilize valores intermediários e, ambientes com muito pouca luz ou imagens noturnas, utilize valores maiores.

Câmeras populares não servem para produzir imagens de movimento, como baladas, festas em geral ou automóveis correndo, especialmente de noite, embora possam eventualmente produzir fotografias boas por pura sorte, devido ao ambiente ou objeto de interesse estar bem iluminado, em conjunto com algumas características de configuração ocasional da câmera. Para resolver esse problema, algumas câmeras digitais já vêm com o modo noturno, o que certamente facilita sobremaneira a vida do usuário não profissional.

Em fotografias noturnas, é muito importante evitar a tremedeira, já que os elevados valores de ISO que devem ser utilizados requerem um maior tempo de abertura do obturador, o que reduz os objetos em movimentos a um feixe de luz. Para evitar tais tremedeiras, é recomendável concentrar-se antes de bater a foto, respirar fundo, segurar a respiração, e assim, você ficará mais estável e pronto para tirar a foto. Adquirir um tripé para produzir imagens sem tremidos é também uma boa alternativa, embora nem sempre seja possível utilizá-lo.

Para ambientes com pouca luminosidade, além da utilização do ISO combinado com a latitude, pode-se também utilizá-lo combinado com a velocidade do obturador e abertura do diafragma. Nesta situação é recomendável usar o valor mínimo possível de ISO, já que um valor maior também causará o aumento de ruído elétrico, provocando manchas de mosqueado na imagem. Em termos gerais, se não pudermos aumentar a abertura focal, diminuir a velocidade do obturador, que são condições que favorecem a entrada de luz, ou ainda obter uma imagem forçada pela utilização do flash, então, sim, devemos recorrer ao uso do ISO, sem que, para isso, seja preciso modificar a combinação do binômio abertura/velocidade, citada anteriormente.

flashimagemO Flash também é uma ótima ferramenta para melhorar a qualidade da imagem noturna, mas tem limitações no alcance, podendo atingir até uns 5m, portanto seu uso é somente recomendável para fotografar objetos próximos de você. O flash assegura a captura da imagem em ambientes escuros, além de que a capacidade de captura de imagens no escuro pode ser ampliada pela utilização dos maiores valores de ISO permitidos pelo seu dispositivo. Se inesperadamente a imagem ficar clara ou muito branca, então ajuste o valor de ISO pela utilização de um valor menor. Mesmo com a utilização do flash, é necessário ter certa intensidade de luz no ambiente espalhada em alguns pontos, para que viabilize a formação da imagem, pois o flash ajuda, mas não é tudo. Se o objeto estiver longe, esqueça o flash, pois não haverá formação de nenhuma imagem, não se esqueça disso.

As câmeras digitais, em sua maioria, têm pelo menos três modos de flash: além do modo desativado, existem os modos forçado e automático. O modo forçado pode ser utilizado em situações onde haja excesso de luz, como no caso em que a luz do sol está atrás da pessoa ou do objeto fotografado; neste caso, o flash será útil para evitar que rosto da pessoa seja ofuscado, mesmo porque, nesta situação, o modo automático não poderá disparar o flash. O flash forçado iluminará o rosto da pessoa, permitindo, assim, eliminar a ofuscação devido à luz do sol que há por detrás.

Em algumas câmeras digitais o flash também pode ser utilizado para eliminar olhos vermelhos, que se formam nas imagens tiradas a noite ou em ambientes com baixa iluminação. Para evitar que os vasos oculares apareçam no rosto das pessoas, essas câmeras possuem o recurso ‘redutor de olhos vermelhos’, o qual bate o flash duas vezes rapidamente e, desta forma, evitam que os vasos sanguíneos apareçam nas imagens. Há câmeras que também possuem flash com luz forte e flash com luz fraca, como opção de ajuste para diferentes estados de luminosidade dos ambientes em geral, e podem ser escolhidos para uso concomitante com um dos modos, por exemplo, o modo forçado. E apenas para reforçar a ideia, as opções de intensidade do flash (fraco/forte) não devem ser confundidas com os modos de uso (desativado/forçado/automático).

O flash tem a desvantagem de perda de naturalidade da imagem, sendo, portanto, preferível, muitas vezes, utilizar outro recurso que não sacrifique tanto a qualidade da imagem, como o valor de exposição (EV) ou latitude de exposição, já aludido acima, o qual tem a propriedade de conservar a luz ambiente, resultando em fotografias mais naturais, principalmente se houver um pouco de luz espalhada no recinto, o que evitará com que diminua demasiadamente a velocidade do obturador, podendo, nessa situação, produzir tremidos na imagem, reduzindo, assim, sua qualidade.

Outro fator que é elevada importância para a formação da qualidade da imagem, que foi anteriormente referido, é a latitude, a qual tem respeitável relevância quando se trata de evitar que não haja perda de pixels na fotografia. O valor de exposição, latitude de exposição ou simplesmente latitude nada mais é do que o espectro de captura de luz entre o preto e o branco, que é próprio do sensor. Esta amplitude de valores está relacionada ao equilíbrio e saturação de cores em relação a um ponto de exposição, no qual a latitude é considerada nula (EV = 0) e que, por sua vez, representa o ponto de melhor saturação de uma câmera; não fica exatamente no centro, mas pode ficar deslocado para luzes altas ou para luzes baixas, produzindo, assim, imagens claras ou escuras no melhor ponto de exposição.

Diferentes câmeras apresentam diferentes amplitudes de latitude e diferentes pontos de exposição de melhor saturação, o que implica em diferentes respostas na qualidade de saturação de cores e, mesmo que as câmeras apresentem a mesma amplitude e mesmo ponto de exposição para a latitude, ainda assim, terão respostas diferentes de saturação. Em termos gerais, o ideal é que a saturação seja ao menos satisfatória em toda a latitude, mas que apresente constância na sua expressão. Especial atenção deve ser dada a saturação de cores, pois é um fator de difícil correção, mesmo que se utilizem os melhores softwares fotográficos, como o Photoshop, que, no caso de correção de baixa saturação, resultará em excesso e, consequentemente, em perda de qualidade para a imagem final.

Outro fator que interfere na qualidade da imagem é a calibragem de cores, que varia de câmera para câmera, sendo que cada uma vai ter sua própria resposta tonal. Este fator se torna importante caso você queira imprimir suas fotografias; neste caso, verifique a compatibilidade de sistemas de cores utilizados por câmera e impressora, que normalmente são diferentes, sendo que esta diferença pode afetar a qualidade das fotografias impressas. Também monitores apresentam diferenças na resposta tonal. Enfim, procure um profissional especializado, que faça a correta calibração de cores entre monitores, impressoras e câmeras, para que você obtenha imagens impressas de excelente qualidade, pois é bom lembrar que o processamento das cores tem um custo para a qualidade da imagem.

Elementos de software

zoom digitalAlgumas peculiaridades de software podem interferir na qualidade da imagem. Dentre estas peculiaridades estão os problemas de software que decorrem da relação existente entre sistemas operacionais, aplicativos e fatores de hardware, como características do sensor e filtro low-pass. Entretanto, muitos problemas de software podem ser prontamente identificados utilizando-se imagens de testes e alguns até podem ser corrigidos, principalmente se as imagens estiverem no formato RAW.

Os formatos digitais também podem relativamente influenciar na qualidade da imagem, sendo que a maioria das câmeras digitais mais populares salvam as imagens no formato JPEG, além de permitirem eleger a qualidade da imagem entre ótima, boa ou baixa, as quais normalmente se referem ao grau de compressão do formato JPEG, que são geralmente gravados com alta qualidade no nível 90, raramente se utiliza o nível 100, o máximo valor de qualidade JPEG.

Por outro lado, outros tipos de câmeras digitais, normalmente câmeras profissionais, gravam as imagens em outros formatos, como TIFF ou RAW, os quais possuem maior qualidade, pois não sofrem compressão, como no JPEG, mas apresentam a desvantagem de ocuparem maior espaço de memória, já que os arquivos naqueles formatos são maiores. Por exemplo, uma foto de alta qualidade obtida com uma câmera dotada de resolução de 5 MP ocupa cerca de 1 a 1,5 MB.

Se você fez uma imagem digital e não gostou do resultado, você pode utilizar softwares que façam a correção, mas observe que é necessário que sua fotografia possua a mínima qualidade possível, pois os programas não fazem milagres, portanto procure aprender tudo sobre imagens noturnas e utilização do ISO adequado, dentre outras coisas. É recomendável, também, que você, antes de se decidir pela modificação de sua imagem, faça uma cópia digital da imagem original, pois, caso você se arrependa das modificações, já que muitas são irreversíveis, poderá recorrer novamente à imagem original. Portanto, reiteramos, antes das modificações, faça uma cópia de segurança da imagem original.

E já que falamos em programas editores de imagem, eis aqui alguns deles, que podem ser úteis na correção e edição de suas imagens: o GIMP, que possui versão tanto para o Windows como para o Linux; o Paint.NET com versão somente para o Windows; o Picasa, do Google, o qual é gratuito e de fácil utilização, além de muitos outros gerenciadores de imagem. Com eles, é possível ajustar uma série de variáveis, como correção de olhos vermelhos, saturação e balanço de branco, ajustes manuais ou automáticos no nível de cores, além de modo automático de correção, que alguns deles possuem.

Fotometria

fotometriaTalvez poucos usuários amadores saibam que toda câmera digital possui um fotômetro que auxilia na medição da luz, que entra para o interior da câmera para formar a imagem no sensor. Os valores medidos pelo fotômetro podem ser ajustados mediante manipulação do obturador e diafragma, além dos valores de ISO. O fotômetro automaticamente altera o valor de luz dimensionado, assim que qualquer um destes fatores seja alterado.

Os fotômetros das câmeras digitais apresentam modos de medição da luz e, dentre estes modos, podemos destacar o modo matricial e o modo pontual. O modo matricial é indicado para retratos e leva em conta toda a área da imagem, enquanto que o modo pontual, ao contrário, leva em conta somente algumas áreas da imagem.

Ainda com relação à fotometria, temos a informar que toda câmera digital possui recursos fotométricos para avaliar a qualidade da imagem obtida, como por exemplo, por meio de histogramas, os quais podem ser gerados instantaneamente para que o fotógrafo possa decidir sobre a necessidade de fazer os ajustes necessários para, assim, chegar a melhor imagem.

Deste modo, o histograma é uma ótima ferramenta auxiliar para o usuário melhorar a qualidade da imagem, como também complementa o display da câmera, o qual tem suas limitações para revelar informações valiosas sobre a qualidade da imagem. Todavia, nem sempre é possível utilizá-lo para avaliação de imagens, como é o caso de fotografias do por do sol, porque produzem muitos setores escuros.

Câmeras digitais de smartphones

smartphone camerasA qualidade das câmeras digitais dos smartphones vem crescendo a cada novo modelo lançado no mercado, sendo que não deixam nada ou quase nada a desejar a câmeras digitais, sejam elas populares ou profissionais. Modelos como o Samsung Galaxy S5, que apresenta câmera principal com 16 MP, se destaca pela qualidade do efeito HDR e recursos que aumentam a qualidade com maior alcance para a formação da imagem capturada, com possibilidade de opção entre fotografia matricial ou meramente pontual.

O Lumia 1020 apresenta câmera principal com resolução de 41 MP que garantem um zoom de até 3x, além de possuir e lente de seis elementos, o que proporciona qualidade semelhante à de câmeras profissionais, porém toda esta qualidade somente se torna perceptível se você for imprimir a imagem, uma vez que pelo display não se percebe diferença de qualidade. Este aparelho se destaca pela facilidade de uso na manipulação de fatores que influem na qualidade da imagem, como ISO, obturador e diafragma que permitem criar efeitos fotográficos profissionais na imagem, como o ‘efeito de borradona’.

Outro smartphone que se destaca pela qualidade de sua câmera principal é o Sony Xperia Z1, o qual apresenta tamanho de sensor de 20.7 MP. A Sony é uma marca que possui muita tradição em câmeras digitais e a atual tecnologia desta empresa é muito poderosa para capturar imagens com qualidade de nitidez, brilho, contraste e saturação.

O iPhone 5S se destaca mais pela lente de cristal com cinco elementos óticos do que pelo tamanho do sensor, que é de apenas 8 MP. Apesar disso, a qualidade da sua lente objetiva combinada com pixels menores torna-o capaz de produzir imagens de elevada qualidade, com menos ruído, mesmo em ambientes com baixa luminosidade.

O LG G2 também se destaca pela câmera principal com sensor de 13 MP e pelas principais funções para se fazer uma imagem de qualidade e, dentre elas temos a função HDR, foco manual e automático, zoom digital e cenas pré-definidas que deixam as imagens mais próximas daquilo que se vê.

Resumo

resumo 2São muitos os elementos que podem determinar qualidade da imagem digital, bem como auxiliar no sua correção, quando possível. Para a qualidade da imagem, elementos como tamanho do sensor, tamanho e quantidade de pixels, resolução, nitidez, dpi/ppi, ruído, latitude, fotometria, ISO, tecnologia de lente são todos importantes, porém, dentre todos estes elementos, dê especial atenção à tecnologia de lente, ao tamanho do sensor, à latitude, à fotometria e ao ISO e aprenda tudo que puder sobre eles, para que você, ao menos, seja conhecedor das variáveis que influem na qualidade de imagem de uma câmera digital. Também preste muita atenção ao modo como funcionam o obturador e diafragma, já que estão diretamente relacionados à quantidade de luz que atravessa a lente e sensibiliza o sensor, produzindo, assim, a imagem. Enfim, o conteúdo desta revisão poderá lhe ajudar muito, mas não se iluda, ainda há muita coisa por aprender.

Síntese

Em síntese, quando se trata de câmeras digitais, como vimos, em muitas situações é difícil separar elementos de hardware e software, além de que ambos possuem fatores capazes de influenciar na qualidade da imagem, como o tamanho do sensor ou a utilização de programas que possam contribuir para melhorar, corrigir ou maximizar a qualidade da imagem. Semelhante afirmação também se pode utilizar em relação às variáveis óticas e fotográficas, já que elas frequentemente passam por muitas situações de interdependência. É recomendável, nas situações em que você tiver dúvidas sobre elementos óticos ou digitais, optar pelos elementos óticos, que, por sua natureza física, oferecem maior qualidade. Entre as variáveis fotográficas, dê especial atenção ao ISO, à latitude e à fotometria, as quais podem lhe prestar grande auxílio para que você obtenha imagens de qualidade e, com relação aos componentes que estão diretamente relacionados à luz, dê especial atenção à tecnologia utilizada na produção da lente e no funcionamento do obturador e do diafragma.

Fonte: Internet

Sites recomendados:

http://sites.ifi.unicamp.br/laboptica/files/2012/11/DICAS5a.pdf

http://forum.mundofotografico.com.br/index.php?topic=61500.0

http://www.cambridgeincolour.com/pt-br/tutorials.htm

A que distância do corpo devemos manter o celular?


omsEste assunto é muito polêmico, pois envolve os interesses econômicos das fabricantes de dispositivos móveis em geral, como celulares, smartphones, notebooks, etc. A outra parte envolvida são os consumidores, usuários destes dispositivos, que nem sempre podem contar com a responsabilidade social e respeito devido a eles pelas fabricantes de tais aparelhos.

Os manuais das produtoras de telemóveis recomendam, geralmente, a distância de 1,0 a 2,5 cm, mas não oferecem um mecanismo para que o usuário controle essa distância, além de que o usuário pode apresentar dificuldades de audição ou o aparelho pode não apresentar qualidade na emissão de som para ser nitidamente percebido a essa distância. Talvez fosse o caso daquelas fabricantes de maior idoneidade e maior espírito de competitividade pensarem em produzir sistemas de sons nestes pequenos aparelhos de modo personalizado para cada usuário potencial. Fica a sugestão.

Mas seria esta distância suficiente para prevenir danos à saúde do usuário? No curto prazo talvez sim, no longo prazo talvez não. Um estudo supervisionado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), datado de moutubro de 2011, denominado Projeto Interphone chegou à conclusão que aparelhos móveis de telecomunicação, se usados por mais de 30 minutos diários durante 10 anos podem causar tumores cerebrais (câncer). Esta foi a primeira vez que a OMS reconheceu esta possibilidade.

Em relação a outras partes do corpo exposta a radiofrequência, o uso do celular, não observando a distância mínima recomendada, também pode causar danos nas células do nosso organismo, podendo afetar nosso DNA, assim com os processos bioquímicos e fisiológicos que ocorrem no interior de nossas células, que estão em funcionamento sob condições muito específicas.

Apesar dos fabricantes recomendarem uma distância mínima de uso, é de bom alvitre, utilizar uma distância ainda maior, pois todos nós estamos sujeitos a outras fontes de ondas eletromagnéticas em nossa casa, em nosso trabalho e na cidade, como por exemplo, ondas de rádio e TV, redes wireless, torres de celulares, etc.

Existem estudos de que o celular, se usado próximo dos órgãos sexuais masculinos, devido ao costume dos homens de portarem o celular no bolso, pode causar infertilidade; se portado no bolso da camisa, pode afetar os batimentos cardíacos, em função dos possíveis danos aos tecidos celulares, que podem ser causados tanto pelos efeitos térmicos como pelos não térmicos da radiofrequência; em cardíacos usuários de marca-passo, altera o funcionamento de tal instrumento médico.

Podemos ainda citar outros problemas verificados por estudos, resultantes do contato do aparelho celular com nosso corpo; em mulheres grávidas, se em contato com o ventre ou o simples uso de duas a três vezes por dia, pode atingir o feto e a criança desenvolver transtornos comportamentais; podem causar zumbidos crônicos se usados 10 minutos por dia em pelo menos quatro anos; se deixado em contato com estruturas ósseas, pode reduzir a densidade, deixando-as menos resistentes..

dna-testing-lgMas então o que fazer? Parar de usar o celular? Abandonar seu uso? Nada disso é preciso. Devemos apenas aprender a usá-lo racionalmente e para ajudá-lo a alcançar este objetivo, temos aqui algumas recomendações que podem ser muito valiosas para sua saúde:

(1) Use o celular de modo que a antena fique bem afastada de seu corpo, use-o com as mãos livres, evite conversas desnecessárias e ou longas ao celular e, ao atendê-lo, troque frequentemente de ouvido, de 30 em 30 segundos, pois este tempo é suficiente para evitar aquecimento e, consequentemente, danos à audição;

(2) Limite suas conversas a períodos curtos, se possível até seis minutos e não o utilize por mais de 30 minutos diários, conforme previsto pelo estudo da OMS, ou estabeleça, você mesmo, um período de tempo inferior, levando em conta as fontes de ondas eletromagnéticas que você tem ao seu redor; para ligações demoradas, prefira utilizar o fixo tradicional, dependente de fios;

(3) Use fones de ouvido com fio ou sem fio, embora ambos apresentem restrições, ainda assim, a utilização de um deles reduz a exposição à radiofrequência. Outra alternativa é utilizar o viva-voz ou, preferivelmente, utilize as mensagens de texto;

(4) Verifique, no ato da compra de um celular, se o aparelho tem o selo da ANATEL, que geralmente está gravado na bateria, referente à taxa de absorção por quilo pessoal (SAR), atualmente fixada pela OMS em 2 watts de potência quando se fala ao celular; escolha um modelo que apresente baixa taxa de absorção SAR;

(5) Limite o uso de aparelho celular para crianças, pois sua massa corporal é bem inferior a de uma pessoa adulta, além de que seu cérebro não está completamente formado, portanto, estão sujeitos a maiores danos;

(6) Ao fazer ligações, faça-as a partir de um ambiente aberto, pois desse modo o sinal é mais forte e a quantidade de radiação eletromagnética (EMR) emitida pelo celular aumenta quando o sinal está fraco, por isso você deve evitar de fazer ligações em ambientes fechados como prédios, carros, elevadores, etc.;

(7) Desligue o celular em ambientes metálicos como veículos e elevadores, pois o metal reflete a EMR, o que aumenta a sua quantidade no ambiente;

(8) Desligue o celular durante uma viagem de trem ou avião, pois, neste caso o celular emite EMR ao máximo, já que ele tenta se conectar com as torres encontradas pelo caminho;

(9) Na medida do possível, procure manter o celular longe de seu corpo, em pelo menos 2m, e desligue-o antes de dormir. Também não durma com ele debaixo do travesseiro nem o utilize como despertador, pois a EMR emitida pelo celular reduz a qualidade do sono, já que não permite a recuperação do corpo das radiações eletromagnéticas que recebemos durante o dia.

(10) Para usuários de marca-passos recomenda-se que evitem portar o celular no bolso da camisa e segurem o celular sempre com o braço oposto ao lado que está o marca-passo, para reduzir a aproximação entre estes dois aparelhos, pois a energia do celular causa interferência no marca-passo.

Fonte: internet

O sistema nacional de defesa do consumidor (SNDC)


procon-logoPrevisto no capítulo V do Código Nacional de Defesa do Consumidor (CDC), é constituído por organismos públicos e entidades privadas, que tem como órgão principal a Secretaria Nacional do Consumidor (SENACON), a qual, pelo Decreto nº 7.738 de maio de 2012, passou a substituir o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) e a ter maior autonomia em relação à Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça (MJ). A SENACON é o órgão público que atualmente planeja e coordena a Política Nacional de Defesa do Consumidor.

Em relação à defesa do consumidor, a SENACON está direcionada para o exame de problemas que apresentem alcance em toda nação, portanto, de interesse unânime do país.

O Ministério público e as defensorias também participam do SNDC. O Ministério Público pode atuar nas jurisdições federal e estadual, também no Distrito e Territórios Federais e, dentro de suas atribuições previstas em lei, em relação à defesa do consumidor pode atuar na fiscalização e aplicação da lei, iniciar inquéritos e sugerir ações coletivas. A Defensoria Pública tem como função fundamental dar apoio jurídico gratuito a pessoas desprovidas de recursos para contratar advogados.

Nos âmbitos estadual e municipal, o SNDC é representado pelos PROCONs, que apuram irregularidades, atendem reclamações e denúncias, orientam e educam os consumidores; elaboram, coordenam e executam a política local de defesa do consumidor; enfim, promovem a proteção e defesa do consumidor, porém restrito a uma circunscrição territorial estadual ou municipal; são integrados a SENACON para evitar que haja divergências nas aplicações do CDC, já que se trata de uma lei federal.

Portanto, em função da integralidade das entidades públicas e privadas que compõem o SNDC, não existe relação hierárquica entre tais entidades, mas sim o fato de que elas atuam de forma complementar, ainda que em diferentes jurisdições territoriais. Os PROCONs possuem, portanto, a função de supervisionar o consumo local, fator de suma relevância para execução da Política Nacional de Defesa do Consumidor.

IdecAlém dos órgãos ligados ao Governo, participam também do SNDC entidades civis sem fins lucrativos como o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (IDEC), o Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC) e associações de consumidores. O IDEC, fundado antes da existência do CDC (1987), é uma associação de consumidores independentes que assume como missão a promoção da educação e conscientização, assim como a defesa dos direitos do consumidor e a ética na relação de consumo com plena independência política e econômica, sendo seus recursos advindos principalmente de seus associados e de serviços editoriais de informação ao consumidor.

O IDEC, assim como outras associações de consumidores, é uma unidade do FNECDC, fórum nacional de associações fundado para apoiar o movimento dos consumidores no Brasil e também participa de uma federação internacional de associações, a Consumers International. Além do IDEC, existem outras associações de consumidores dispersas por todo país, entre as quais podemos citar algumas como ADECON (Associação de Defesa do Consumidor do Estado do Amapá), ABED (Associação Brasileira de Economia Doméstica do Estado do Ceará) e Associação de Defesa do Consumidor do Estado do Mato Grosso do Sul.

Além desses organismos diretamente ligados ao SNDC temos também o Inmetro, entidade ligada ao Governo que certifica e avalia produtos, concedendo um selo ao produto, que não garante sua qualidade, pois a qualidade de um produto, de acordo com o CDC, deve ser garantida pelo fornecedor. O selo apenas fornece alguma vantagem competitiva aos produtos certificados.

Portanto, podemos concluir que o SNDC atua de forma articulada, complementar e integrada nas jurisdições federal, estadual e municipal, tendo como órgão principal a SENACON, que atua sobre questões de âmbito federal; atuando localmente (estados e municípios) temos os PROCONs juntamente com entidades civis sem fins lucrativos, além do apoio do Ministério Público e Defensoria Pública.

Fonte: internet

MacBook: o que é?

design_unibody1É, atualmente, uma série de modelos de notebooks da empresa Apple Inc., que tiveram origem no protótipo do Macintosh (1984), primeiro computador pessoal a inovar a interface gráfica, algo revolucionário para seu tempo.

O MacBook substituiu a série iBook G4 e o PowerBook, sendo que o primeiro MacBook foi lançado em maio de 2006. Suas mais recentes atualizações ocorreram em 2008 e 2010, as quais promoveram mudanças no gabinete, que passou a ser fabricado em alumínio ou policarbonato.

O MacBook é fabricado em duas cores: preta e branca, a cor clássica, sendo que o modelo de cor preta é um pouco mais caro que o de cor branca de mesma configuração. O macbook pode ser fechado através de um mecanismo de trava magnética e o disco rígido é protegido por um sensor; é pré-carregado com o sistema operacional Mac OS X versão 10.6 Snow Leopard; a autonomia do ciclo de bateria é de 10 h com wireless em uso, porém pode cair pela metade com a quantidade de trabalhos em execução, ainda assim, é uma autonomia bastante respeitável.

macbook-blackO monitor é do tipo brilhante, cujas propriedades reflexivas aumentam a saturação de cores e possui ângulo de visão menos amplo, quando comparado aos monitores antirreflexo, entretanto, pode refletir brilhos de luz.

O teclado é imbutido, portanto não removível, cada tecla é posta diretamente no gabinete, oferecendo propositalmente uma sensação de resistência.

Atualmente, o rendimento gráfico é muito superior, pois o macbook utiliza processador gráfico NVIDIA GeForce 320M com 256 Mb de SDRAM DDR3, capaz de executar atividades graficamente exigentes.

Atualmente é produzido e comercializado em dois modelos básicos: o Macbook Pro e o Macbook Air.

O MacBook Air pode ser desmontado facilmente, bastando remover suas peças superficiais para ter acesso a, praticamente, qualquer componente interior, como disco rígido e memória RAM, que são consideradas pela Apple como peças substituíveis, não havendo quebra de qualquer termo de garantia na substituição de um e outro pelo usuário. A Apple ofereçe uma orientação passo a passo para substituir disco rígido e memória RAM. Ao contrário, no Macbook Pro, a substituição dessas peças é bem mais complicada, podendo somente ser feita por serviço autorizado para evitar a quebra do termo de garantia.

Fonte: Internet

Ultrabook: o que é


VF01Trata-se de um novo dispositivo móvel, um ultraportátil de elevado desempenho introduzido no mercado em 2011. O ultrabook é um tanto parecido com um netbook ultrafino, já que não possui unidade de CD e DVD. Os ultrabooks já estão conquistando espaço no mercado de dispositivos móveis.

O ultrabook surgiu como resposta da Intel para não perder espaço no comércio de Tablets em geral e, para Apple, na venda do Macbooks Air.

Com desempenho comparável ao do notebook, os ultrabooks tem melhor competência para jogos e capacidade para exibir vídeos que exigem alta resolução que os netbooks.

Conforme critérios estabelecidos pela Intel, os melhores modelos de ultrabooks devem apresentar espessura de, no máximo, 18 mm (modelos de até 13,3 polegadas) ou 21 mm (modelos de pelo menos 14 polegadas); inicialização veloz, hibernação em até sete segundos, duração da bateria de cinco a oito horas, além de sistema de proteção que garanta ao usuário acessar rapidamente seus documentos ou aplicativos.

Por serem idealizados pela Intel, possuem processadores Intel Core com velocidades que podem variar de 1,4 a 1,8 Ghz; apresentam bom desempenho para as tarefas mais comuns da maioria dos usuários; também podem apresentar uma arquitetura para que permita ótimo processamento gráfico, assim como algumas tecnologias que viabilizem um menor consumo de energia.

Os ultrabooks utilizam o dispositivo de armazenamento SSD, que são mais rápidos que os discos rígidos convencionais (HD); porém, alguns modelos comportam um disco rígido convencional mesclado com um SSD, o que os torna economicamente mais acessíveis, sendo chamados de modelos híbridos.

Os ultrabooks não híbridos ainda apresentam a possibilidade de se conectar a um disco rígido externo por meio de uma porta USB 3.0, caso isto se faça necessário ao usuário, pois os modelos que comportam armazenamento via SSD, em geral, apresentam SSD de 128 ou 256 Gb.

Outra inovação presente nos ultrabooks é a tecnologia antirroubo, que objetiva proteger dados do usuário, tornando possível sua inutilização por meio da internete, assim como protege a identidade do usuário ao realizar operações comerciais e bancárias pela web.

Com tantas inovações agregando valor, os ultrabooks apresentam preços elevados, custando, aproximadamente, o correspondente a um notebook, equivalente em configuração, acrescido de 25%. De abril a junho de 2013, em algumas capitais brasileiras observou-se um valor mínimo de R$ 2.000,00 e um valor máximo de R$ 4000,00.

Dentre alguns modelos que podemos recomendar para compra, considerando como primeiro critério a capacidade de armazenamento do SSD/HD, como segundo critério a capacidade da memória RAM, como terceiro a velocidade do processador e, como quarto, o preço, temos o modelo HP Envy 4-1150br, de preço um tanto alto, e o modelo Acer Aspire M M5-481T-6195, de preço mais acessível e de muito bom desempenho para aplicativos gráficos e jogos.

O código de defesa do consumidor brasileiro (CDC)


CDCO código de defesa do consumidor brasileiro (CDC) é um sistema de leis relativamente novo no país. Promulgado em 11 de setembro de 1990 sob o número 8.078/90, é considerado um dos mais modernos do mundo a respeito do assunto, servindo de modelo para diversos países.

No ordenamento jurídico brasileiro, o CDC é um sistema de normas voltado para a proteção do consumidor no que tange aos seus direitos, disciplinando as relações entre fornecedores e consumidores, estabelecendo direitos e obrigações nessas relações, instituindo, assim, padrões de conduta, prazos e penalidades.

A relação entre fornecedor e consumidor é juridicamente denominada de relação de consumo e envolve duas partes: fornecedor e consumidor, além do objeto da relação: o produto, o bem ou serviço, portanto, a relação de consumo é, fundamentalmente, uma relação de compra e venda qualquer que seja a natureza do objeto dessa relação.

O CDC, composto de sete capítulos e 119 artigos, apresenta na seção sobre os Direitos Básicos do Consumidor, artigo sexto, o que se pode considerar a essência dos demais artigos do Código.

Entre os direitos fundamentais do consumidor brasileiro estão: 1) a proteção da vida, saúde e segurança; 2) a educação para o consumo; 3) a informação adequada e clara sobre produtos e serviços; 4) a proteção sobre publicidade enganosa e abusiva; 5) a proteção contra métodos comerciais ilegais; 6) a proteção contra práticas abusivas e, igualmente, em relação a cláusulas contratuais; 7) a prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais; 8) a adequação e eficácia na prestação de serviços públicos em geral e 9) acessibilidade à justiça e órgão administrativos que devem viabilizar a defesa do consumidor.

O CDC é constituído pelos seguintes capítulos: 1) trata das disposições gerais; 2) versa sobre a política nacional das relações de consumo; 3) aborda os direitos básicos do consumidor; 4) aventa sobre a qualidade dos produtos e serviços e da prevenção e reparação dos danos; 5) dispõe sobre as práticas comerciais; 6) trata da proteção contratual e; 7) aborda as sanções administrativas.

É importante recordar que o código resultou de extensa reivindicação social no processo de redemocratização do Brasil e a consequente convocação da assembleia constituinte, que deu origem à Constituição Federal de 1988, a qual prevê a defesa do consumidor como princípio da ordem econômica e como dever do Estado (Arts. 5º, XXXII e 170, V). Com o surgimento do CDC, organizou-se o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), formado por órgãos públicos como os PROCONs, INMETRO, Defensorias Públicas, Promotorias de Justiça, Delegacias de Polícia Especializada e associações de consumidores.

Fonte:internet

Os possíveis riscos dos dispositivos móveis à saúde e outros riscos


91170-erdsaudeO advento dos celulares e outros dispositivos móveis trouxe muitos benefícios para as sociedades contemporâneas no setor das telecomunicações, aproximando pessoas e trazendo comodidade quanto ao uso dos telefones e mais liberdade para proceder e receber ligações. No entanto, associado a esta tecnologia baseada na emissão e recepção de radiações não ionizantes, está uma antiga suspeita de que ela pode ser geradora de problemas de saúde para seus usuários.

Todo dispositivo móvel baseado na recepção dessas radiações é um potencial suspeito de ser um agente causador de males para a saúde. Acredita-se, de modo geral, que mesmo pequenos efeitos adversos à saúde podem ter significativas implicações na saúde pública.

Os telefones móveis só emitem radiofrequência (RF) quando realizam uma chamada, além disso, para manter as ligações, são usados somente sinais de baixa frequência. A RF utilizada pelas operadoras, que segue recomendações e padrões internacionais dentro de uma determinada faixa, penetra no organismo humano em até 1cm. Esta energia causa um pequeno aquecimento do organismo, que é controlado pelo próprio organismo, por meio de processos reguladores de temperatura.

Dentre os efeitos negativos sobre a saúde humana que são atribuídos à RF, o principal é o câncer cerebral, mas também sua ocorrência em outras partes do corpo é possível. Em ratos submetidos a campos RF, de acordo com um estudo de 1997, a taxa dos que foram geneticamente alterados e desenvolveram linfomas foi aumentada, mas não se sabe das implicações deste resultado para seres humanos, estudos recentes não encontraram evidências convincentes que relacione o uso de dispositivos moveis a risco de câncer.

Além do câncer, outros efeitos, embora pequenos e não expressivos o suficiente para afetar a saúde, são relatados por cientistas como alteração da atividade cerebral, nos tempos de reação e nos padrões do sono.

Outras doenças relacionadas ao uso de dispositivos móveis são infertilidade masculina, estresse, depressão, dores nas costas, no pescoço e na coluna originadas de postura inadequada.

De acordo com o site affematsaude recentemente foram relacionadas oito novas doenças provocadas pelo uso de dispositivos móveis: síndrome do toque fantasma (impressão de que o celular está vibrando no bolso/bolsa); nomophobia (medo ou ansiedade de ficar sem telefone móvel); náusea digital ou cybersickness (desorientação e vertigem em ambientes digitais); depressão de Facebook, (falta de interações sociais originadas do Facebook); transtorno de dependência da internet (vontade doentia e constante de acessar a Internet); vício de jogos online (desejo doentio de acessar jogos multiplayer online); cibercondria ou hipocondria digital (disposição para acreditar que você possui doenças sobre as quais leu na internete); efeito Google (tendência cerebral de reter menos informação porque se sabe que elas estão ao alcance de alguns cliques).

Outros riscos no uso de dispositivos móveis envolvem acidentes de aviação, quando tais dispositivos são usados durante a condução, além da possibilidade de causarem interferência em dispositivos aeronáuticos e médicos (pacemakers4, desfibriladores, aparelhos auditivos, etc.).

Fonte: internet

PDAs e smartphones


handheldPDA (Personal Digital Assistant) ou assistente pessoal digital é o nome genérico dado para computadores de mão ou de bolso (PC pocket). Os PDAs podem ser divididos em handhelds e palmtops. Os handhelds possuem o mesmo desenho básico dos notebooks (teclado acoplado à tela e ambos ligados por um eixo que permite abertura e fechamento como um livro), porém são mais leves e permitem a execução de tarefas básicas, como processamento de textos, cálculo de planilhas, agenda eletrônica, e armazenamento de informações. PalmTop Organiser-250-257Os palmtops, mais compactos que os handhelds, ao contrário, não possuem teclado para entrada de texto, mas sim um teclado gráfico capaz de reconhecer a letra do usuário, cuja entrada é realizada por uma caneta digital a laser. Os palmtops foram popularizados a partir dos anos 90, sendo que, em 1996, surgiu um importante destaque na indústria dos PDAs, o Palm Pilot, que foi lançado no mercado como uma ferramenta moderna, fácil de usar, com intuito de substituir papel e caneta. O Palm Pilot media 12cm de altura e pesava 160g, podia executar cerca de 100 tarefas, além de dispor de sincronização tanto com computadores da Microsoft como da Apple. A ideia do PDA associada ao telefone celular deu origem ao Smartphone, que, ao contrário do palmtop cabe realmente no bolso ou na palma da mão, além de possuírem recursos adicionais como conectividade à internete e a possibilidade de instalar aplicativos para execução de diversas funções. Alguns palmtops também possuem conectividade à internete como o HP Ipaq Hx2790, que apresenta conectividade via bluetooth e wi-fi. Embora os smartphones tenham crescido amplamente em popularidade, os PDAs ainda possuem um pouco de espaço para públicos específicos. Muitas pessoas ainda usam PDA para seu trabalho, como vendedores, entrevistadores, policiais e pesquisadores. De acordo com o site Canaltech, os palmtops podem ainda ser encontrados em lojas especializadas em várias locais do Brasil a preços relativamente módicos, no entanto, os aparelhos raramente são atualizados pelos principais responsáveis pelo sistema operacional, como a Microsoft e HP. Entretanto, isto pode até mesmo constituir-se em uma vantagem, em função da estabilidade da plataforma. Na hora de decidir-se pela aquisição de um PDA ou de um smartphone, deve ser levado em conta qual dispositivo atende com mais precisão as necessidades de cada usuário, incluindo os aspectos estéticos, além dos técnicos, assim como conforto na hora de usar. Se o usuário não se sente confortável ao usar o smartphone, como PC pocket, por exemplo, devido considerar que suas dimensões diminutas não o deixam confortável para elaborar um arquivo do Word, então ele há de preferir um PDA com teclado (handheld) ou mesmo um netbook, que não cabe num bolso, mas cabe numa pasta. Assim, temos várias outras situações a considerar, como preço, serviço de internete, acessibilidade, como também há os usuários que consideram as práticas de sustentabilidade dos fabricantes e comerciantes. O PDA também pode ser preferido, também, se o smartphone contar apenas com um software básico, como o Pocket Office, incapaz de criar e editar documentos do Microsoft office, permitindo apenas vê-los.

Fonte: Internet

Acessibilidade: o que é





Wheelchair_symbol.svgAcessibilidade significa a inclusão social de pessoas com algum tipo de deficiência, isto é, seu objetivo é tornar acessível a participação das pessoas com alguma deficiência física ou mental, de forma a aumentar sua capacidade no uso de lugares, serviços e produtos.

A acessibilidade tem sido uma inquietação constante de urbanistas e arquitetos, visando adequar o espaço urbano para cegos, cadeirantes, idosos, etc. preocupando-se, em seus projetos, para que essas pessoas tenham a vida mais aprazível.

Essa preocupação também se verifica em profissionais da informática, que desenvolvem programas que viabilizam o uso de computadores pelos mais variados portadores de deficiências, podendo, assim, desfrutarem dos mais diversos recursos que esse eletrônico oferece. Exemplo de programas desenvolvidos para esta finalidade são leitores de ecrã (tela) para deficientes visuais (programas como o Jaws e o Dosvox) e outras ferramentas como teclados virtuais (portadores de deficiência motora) e sintetizadores de voz (deficiência na fala).

Na internete, organizações como o W3C (World Wide Web Consortium) estão engajadas para a inclusão de deficientes nos acesso as informações disponíveis nos websites. Para alcançar este objetivo, dispõe de recomendações que partem desde o tipo, tamanho e cor das letras e atingem até o código fonte.

Nos dispositivos móveis, a preocupação com a usabilidade universal é crescente, existindo aparelhos específicos para cada tipo de deficiência. Um exemplo é o aplicativo VoiceOver, que integra aparelhos como iPhone e iPad. Trata-se de um leitor de tela baseado em movimentos, que possibilita acessar os aplicativos, “escutar” um texto e utilizar o teclado do aparelho.

A acessibilidade é uma ideia que deve ser expandida para todo o universo de setores em que a humanidade, de alguma forma, se expressa, com vistas a melhorar a qualidade de vida e participação na vida social de portadores de deficiência.

Sustentabilidade: o que é



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imagem156597O conceito de sustentabilidade está intimamente relacionado com o uso racional dos recursos naturais, uma vez que eles, ao contrário do que se propagava em meados do século passado, são esgotáveis. Este reconhecimento surgiu em função do aumento da população mundial e a consequente pressão sobre o meio ambiente e recursos naturais; do crescimento econômico das nações, desde a revolução industrial, baseado no consumo dos recursos naturais sem a preocupação com a preservação e reutilização de tais recursos, e o hábito do consumidor final em adquirir, usar e descartar materiais sem preocupações ambientais.

Conceitualmente, podemos dizer que sustentabilidade é o princípio pelo qual a satisfação das necessidades das gerações presentes, por meio dos recursos naturais, não deve afetar a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Sustentabilidade, portanto, é um conceito que envolve a todos, suscitando cada pessoa, cada cidade, cada nação para uma mudança de atitude, tendo em vista a permanência da espécie humana em sua casa, o planeta Terra.

O conceito de sustentabilidade envolve questões sociais, energéticas, econômicas e ambientais. O Brasil possui dois programas nacionais relacionados à sustentabilidade ambiental: o Procel (energia elétrica) e o Conpet (petróleo).

Além desses programas, foi criada a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), cuja aplicabilidade ainda é muito pequena e poucos municípios e empresas a implementaram. Em relação aos municípios, por exemplo, a Lei prevê que os lixões devem ser substituídos por aterros sanitários, no entanto, dos cerca de 5.000 municípios brasileiros, outros cerca de 4.000 ainda permanecem com seus lixões, e a coleta seletiva de lixo também é precária, pois cerca de 3000 municípios possuem apenas algum rudimento inicial neste tipo de coleta.

Em relação às empresas, algumas são consideradas sustentáveis pela mídia. De acordo com o portal imprensa, 800 empresas de 29 setores foram aferidas baseadas em publicações da imprensa em 2011, destacando-se, no ranqueamento geral, as empresas Natura, Itaú, Google, Coca-cola e Unilever. Entretanto, este ranking não revela quais empresas são mais sustentáveis, pois não está baseado em algum indicador de sustentabilidade reconhecido nacional ou internacionalmente. Ainda há muito que fazer.

As prefeituras, assim como as empresas, devem voltar-se também para a educação ambiental da população, enquanto parcela geralmente menos preparada para dar seu contributo para a sustentabilidade das cidades e do planeta, casa de todos.

Fonte: Internet